Coluna Amanaque: CONHEÇO MEU LUGAR

Por Fábio Marques

 


Por Fábio Marques

Explicação sem maiores precisões e efeitos a respeito de matéria e artigo: na matéria, o jornalista relata os fatos, aquilo que viu, escutou e editou tais como ocorreram. No artigo o texto é livre e a depender de seu teor, poderá se basear em realidade ou ficção, realidade e fantasia, realidade e delírio, realidade e invenção, realidade e autorreflexão.
Feito o reparo, vamos aos fatos: semanas atrás fui chamado à atenção pela chefia deste sitio digital por conta de reclamos de algumas pessoas que sentiram como ofensas coisas que “por supuesto” este escriba em seus devaneios passara para a Coluna. Com o devido respeito que tenho pela direção deste veículo de notícias, pedi desculpas e prometi não mais colocar ao público minhas revoltas pessoais. Afinal, o que o público tem a ver com isto? Mas o compasso marcante desta questão essencial é que não é possível fazer crônicas com charadas numa província onde todos se conhecem, porque alguns toupeiras acabam se dando uma importância que nunca tiveram na vida.
A falta de assuntos relevantes às vezes sacaneia com a vida da gente que escreve. Tem dias em que a gente está com mil idéias na cabeça para escrever coisas que acontecem nos cafundós políticos e tem dias em que só estamos com cabeça para escrever desvarios. Aí nestes abstratos costumo carregar na tinta, às vezes chegando a atacar pessoas de maneira gratuita.
Me passaram a sugestão que quando não tivesse nada de relevante para escrever, que fizesse transcrições de textos e citações alheias ou ainda que prestasse mais atenção nas conversas de minha seleta plêiade de amigos. Mas isto sem que se perceba, já venho fazendo há tempos. Muita coisa que se tem falado aqui na Coluna é passada através dos bate-papos que mantenho com chegados os quais convivo. Quanto ao copidesque de escritos, tenho a afirmar que possuo para fins de pesquisa uma vasta coleção de livros e revistas de cunho político que utilizo a fim de dar maior substância às minhas matérias e artigos. Minha filosofia é a seguinte: quem lê muito, escreve muito ou simplesmente escreve; quem lê pouco, escreve mais ou menos ou de maneira passável, e quem não lê nada, não escreve nada porque além de faltar-lhe poder de criação, falta-lhe também poder de arguição.
Termino a epístola dizendo que se utilizei de palavras chulas ou de baixo calão foi somente para cutucar meus inimigos. E se acabei perdendo a compostura, foi por não suportar a podridão e a mentira de alguns metidos aí. Agora se tem uma coisa que sempre vou carregar comigo é a coragem de falar a verdade e de assumir atos, atitudes, fraquezas e defeitos. Estas coisas nasceram comigo e vão embora comigo. No mais agradeço por exercer a profissão que gosto e tenho paixão, por ter gerado e formado dois filhos que só me enchem de orgulho e a amiga Minerva Soto pelo espaço que me concede no site O Mamoré.
Um abraço a todos os leitores!
*O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Mamoré não tem responsabilidade legal pela "opinião", que é exclusiva do autor.
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