Jornal O Mamoré
GUAJARÁ-MIRIM Rondônia

Seas inicia expansão do Programa Prato Fácil a cinco municípios do Estado, incluindo Guajará-Mirim


Ariquemes (Vale do Jamari), Cacoal (Região do Café) e Guajará-Mirim (fronteira Brasil-Bolívia) aderiram ao Programa Prato Fácil, cujo atendimento contempla a população em situação de vulnerabilidade.

A refeição de qualidade custa apenas R$ 2. A expansão do programa prevê inicialmente o investimento de R$ 6,12 milhões na economia de cinco municípios. Esse dinheiro cobre o fornecimento de 1.500 refeições por dia.

O Governo de Rondônia, via Secretaria de Estado de Assistência e Desenvolvimento Social (Seas), iniciou a fase de expansão investindo recursos oriundos do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep).

A Seas prevê que a economia desses municípios ganhará bom fomento, considerando-se a dotação orçamentária destinada a cada um: R$ 1,168 milhão para Ariquemes, R$ 1,28 milhão para Cacoal; e R$ 1,28 milhão para Guajará-Mirim.

Oportunidade para o comércio interiorano, avalia-se.

“São trezentas refeições por dia, divididas entre os restaurantes credenciados, com atendimento no período das 11h às 15h, o que possibilitará o total de 34.500 refeições ao mês”, explica a secretária-adjunta Liana Lima.

Segundo ela, essa expansão se deve ao movimento exitoso dos restaurantes que já integram o programa e à necessidade de a população conhecer os benefícios sociais por ele trazidos.

A Seas espera contar brevemente com as adesões de restaurantes de Ji-Paraná e Vilhena, onde o estado investiria, respectivamente, R$ 1,19 milhão e R$ 1,18 milhão.

BOM PARA AS EMPRESAS

Em Ji-Paraná, a remuneração pela refeição na modalidade “consumo no local” será de R$ 14,57, com o subsídio governamental de R$ 12,57, e a contraprestação de R$ 2 do beneficiário.

Em Vilhena, de R$ 15,76, com subsídio governamental de R$ 13,76.

Valores para essas refeições em restaurantes de Ariquemes R$ 16,11, Cacoal, R$ 14,93, e Guajará-Mirim, R$ 17,56.

Pelo fornecimento de refeições, essas empresas credenciadas pelo programa recebem até em 30 dias após a emissão da nota fiscal.

A Seas esclarece que o ingresso do empresário no programa não lhe obriga a abrir nova unidade. Ou seja, o seu restaurante pode atender normalmente ao público tradicional e ao público do Prato Fácil, abastecido com refeições saudáveis.

BOM PARA O TRABALHADOR

O público-alvo do programa são os inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) do Governo Federal, em regra, famílias com renda mensal de até três salários mínimos. No estado, o CadÚnico possui 684.756 pessoas cadastradas, conforme levantamento concluído em setembro de 2021. O que corresponde a 145.402 pessoas a mais do que os atuais moradores de Porto Velho: 539.354.

Geograficamente, desde o início do programa, a Seas visou contemplar grande parte dos trabalhadores que moram no entorno da área onde estão os restaurantes.

“A comunidade é beneficiada de forma direta, com o acesso aos serviços da rede, e indireta, uma vez que as benesses oriundas do projeto não se restringem a seus usuários diretos”, assinala o documento a extensão do Prato Fácil. Baseia-se na oferta de empregos e rende na cadeia produtiva às quais estão inseridos.

ESCOLHA

A secretária-adjunta Liana Lima lembrou que a escolha dos municípios contemplados estabeleceu como parâmetro aqueles com mais de 20 mil pessoas cadastradas no CadÚnico.

“A concentração populacional nesses municípios também pode ser considerada elevada, tendo em vista a densidade populacional do Estado de Rondônia”, ela disse. 

Fonte: Secom/RO








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