DENÚNCIA: DRM EM SITUAÇÃO DE PENÚRIA
Galpão caindo aos pedaços, caminhões, caçambas, ônibus, tratores, utilitários, ambulâncias e “ambulanchas” em completo estado de abandono.
Galpão caindo aos pedaços, caminhões, caçambas, ônibus, tratores, utilitários, ambulâncias e “ambulanchas” em completo estado de abandono. Veículos sem quaisquer condições de uso, corroídos pela ferrugem, à mercê da ação do tempo. Máquinas pesadas totalmente depenadas. Esse é o cenário que pode ser visto por quem adentra ao recinto do Departamento Rodoviário Municipal (DRM), órgão responsável pela limpeza, reparos, serviços e conservação das vias públicas urbanas e rurais.
E foi esta a impressão passada para a reportagem que esteve no local na
manhã de terça-feira (26), após receber denúncias sobre as precárias
condições de alguns setores do DRM. A sala de recepção se encontra sem
as mínimas condições de oferecer qualquer tipo de conforto para qualquer
pessoa que a visite, seja para reclamar por serviços ou para qualquer
outro propósito. Os assentos que se destinam aos que esperam atenção
estão todos rasgados.
No almoxarifado, a situação não é diferente. Falta uma parte da cobertura. Em dias de chuva, há correria dos funcionários para salvar tudo que se armazena. Caixas e caixas são deslocadas para outras partes para que não sejam danificadas pela ação dos dilúvios.
Ali, se armazenam também, medicamentos e material penso, tais como: seringas, luvas e agulhas que abastecem postos de saúde e hospital regional. O espaço que se reserva ao depósito de remédios e material penso não está contando com uma climatização adequada. Hoje, o material é acondicionado num local quente e as altas temperaturas podem comprometer a validade dos medicamentos. Segundo um servidor, que preferiu não se identificar, temendo represálias, o ar-condicionado está quebrado há meses.
No local existe uma abertura guardada apenas por uma tora de madeira, mas que dá acesso a invasão de estranhos. Vândalos, ladrões e elementos nocivos à sociedade são vistos à noite a perambular pelo espaço. Ainda segundo fontes confiáveis, o conserto dos veículos, quando acontece, abrem-se os motores num dia e no outro, a metade das peças está sumida, como por encanto.
Na saída do local, a equipe foi informada que, por darem permissão a entrada da reportagem, funcionários foram chamados a atenção por um agente da direção do DRM.
Fotos foram tiradas no local.
Texto: Fábio Marques.
No almoxarifado, a situação não é diferente. Falta uma parte da cobertura. Em dias de chuva, há correria dos funcionários para salvar tudo que se armazena. Caixas e caixas são deslocadas para outras partes para que não sejam danificadas pela ação dos dilúvios.
Ali, se armazenam também, medicamentos e material penso, tais como: seringas, luvas e agulhas que abastecem postos de saúde e hospital regional. O espaço que se reserva ao depósito de remédios e material penso não está contando com uma climatização adequada. Hoje, o material é acondicionado num local quente e as altas temperaturas podem comprometer a validade dos medicamentos. Segundo um servidor, que preferiu não se identificar, temendo represálias, o ar-condicionado está quebrado há meses.
No local existe uma abertura guardada apenas por uma tora de madeira, mas que dá acesso a invasão de estranhos. Vândalos, ladrões e elementos nocivos à sociedade são vistos à noite a perambular pelo espaço. Ainda segundo fontes confiáveis, o conserto dos veículos, quando acontece, abrem-se os motores num dia e no outro, a metade das peças está sumida, como por encanto.
Na saída do local, a equipe foi informada que, por darem permissão a entrada da reportagem, funcionários foram chamados a atenção por um agente da direção do DRM.
Fotos foram tiradas no local.
Texto: Fábio Marques.










