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Forte chuva causa alagamento nas principais avenidas de Guajará-Mirim

Um temporal na tarde deste domingo (10) causou alagamentos nas avenidas de Guajará-Mirim. Algumas horas de chuva foram suficientes para causar estragos. As vias públicas que já apresentavam buracos a situação piorou ainda mais.


Um temporal na tarde deste domingo (10) causou alagamentos nas avenidas de Guajará-Mirim. Algumas horas de chuva foram suficientes para causar estragos. As vias públicas que já apresentavam buracos a situação piorou ainda mais.
Moradores ficaram isolados com o acúmulo de água em frente as casas e vias públicas.

Responsabilidade da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp) as vias públicas em alguns trechos estão intrafegáveis e a tendência é piorar a situação, já que o inverno amazônico assola a região.
Avenidas foram fechadas para evitar o trânsito de veículos e que a água entrasse ainda mais nas casas.

O prédio da Igreja Universal localizada a Avenida Dr. Lewerger, bairro 10 de Abril, a água invadiu e impossibilitou a realização de culto neste domingo. Para o membro da Igreja, José Martins, a situação naquela área só piora. “Não tem um trabalho voltado a isso, a cidade toda ficou alagada, somos abandonados pelos políticos”, desabafou J. Martins. De acordo com a coordenação da Igreja, a partir de fevereiro a entidade passará a funcionar na Avenida XV de Novembro, afim de evitar mais transtornos e danos materiais com o acúmulo de água naquele local.

Em consequência da falta de drenagem de água, mais uma vez a Igreja Universal foi invadida pela água.

A drenagem de águas pluviais ao longo da Avenida Dr. Lewerger sempre causou problemas aos seus moradores, mas com o tempo a situação está cada vez pior e prejudicando assim moradores e comerciantes. Casas são invadidas pela água, moradores impedidos de sair de suas residências devido a água acumulada em frente as suas casas ou vias públicas. Os transtornos e os prejuízos materiais tornam-se cada vez mais incalculáveis, se tem conhecimento de um amigo ou familiar que foi prejudicado com o acumulo de água em sua residência. Enquanto o Poder Executivo não realiza um planejamento ou uma imediata ação, os estragos só aumentarão no município e a população mais uma vez fica mercê dos mesmos.

Fonte: O MAMORÉ.
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