Usina Binacional: Estudos devem durar 18 meses
Há pelo menos uma década se fala na construção desta hidrelétrica, mas foi em 2016 que a Eletrobrás e o Consórcio Sustentável do Brasil (ESBR), assinaram memorandos de estudos da usina na fronteira com a Bolívia.
Por Carlos Sperança
Conforme as informações do jornal Valor
Econômico, importante órgão de comunicação que trata de economia e
energia, as autoridades brasileiras e bolivianas estão iniciando estudos
para a construção de uma usina binacional no rio Madeira, na região de
Guajará-Mirim. O empreendimento tem o custo estimado em R$ 15 bilhões,
com capacidade de geração de três mil megawatts, e a missão boliviana se
prepara para desembarcar no Brasil para as tratativas do consórcio que
será feito nos moldes da Itaipu Binacional, em Foz do Iguaçu.
Há pelo menos uma década se fala na
construção desta hidrelétrica, mas foi em 2016 que a Eletrobrás e o
Consórcio Sustentável do Brasil (ESBR), que opera a usina de Jirau, no
rio Madeira, assinaram memorandos de estudos da usina na fronteira com a
Bolívia.
Os estudos devem se prolongar por 18
meses e darão suporte à estatal e parceira Ende para estruturar o leilão
do projeto binacional. A hidrelétrica cria ainda uma malha hidroviária
de 4,2 mil quilômetros navegáveis e vai estabilizar o reservatório de
Jirau, adicionando 280 MW médios de geração.
