Coluna Almanaque: SOLUÇÕES E NÃO DIAGNÓSTICOS

Por Fábio Marques


Por Fábio Marques

Com muita gente dando palpites até não mais parar sobre a situação em que se encontra nossa cidade e com uma cambada de porta-vozes da sucursal de Satanás que aparecem a todo instante para anunciar sandices sob forma de verborreias a respeito da responsabilidade com a coisa pública por parte daqueles que tem a obrigação oficial de colocá-la na sincronia exata, faz-se mister que busquemos soluções e sugestões pragmáticas com extrema urgência para Guajará-Mirim. Propostas para tudo. Desde como criar novos atrativos turísticos que aumentem divisas gerando empregos até incentivos e incrementos para a alavancagem do nosso comércio local que hoje se encontra – ipsis literis – às moscas.
Se fôssemos calcular a montanha de dinheiro que se tem gastado em congressos, simpósios, seminários, audiências e estudos sobre a nossa situação e no quanto faturam os artífices e mentores destes projetos de reflexão só para dizerem o que todos nós já sabemos: que estamos no fundo do poço, que não há luz no fim do túnel, que estamos lascados e que mais do que nunca é preciso encontrar saídas para este marasmo através da aposta em cultura, turismo, comércio, agronegócios, indústrias, e que para isso seja possível temos que procurar fomentar uma paz social e estabilidade política de maneira a estancar de vez a cultura corrupta do toma-la-da-cá, buscando cimentar um consenso interno que nos dê garantias de dias melhores; é lógico que as cifras cambiais gastadas nestas reuniões de doutores sociais que querem nos enfiar goela abaixo teorias e receitas, já davam para resolver grande parte dos nossos múltiplos problemas.
Sim, pois para quem não sabe aqui em Guajará-Mirim de tempos em tempos tem se gastado um substancial montante de dinheiro com esses tipos de eventos. E haja sociólogos, políticos, tecnocratas e PHDs da nossa realidade social que, notebooks debaixo do braço, celulares à mão, internet, projetor de vídeos e slides, telex, sinais de fumaça, carros último tipo, diárias pagas pelo povo honesto, secretárias boazudas e assessores de porra-nenhuma a tomarem nota da nossa situação e que acabam fazendo novos diagnósticos da quadratura do círculo que envolve nossos obscuros meandros sociais e econômicos.
Guajará-Mirim necessita em caráter de urgência de soluções cabíveis para a ampla gama de coisas erradas que se efetuam nos dias de hoje. Propostas sérias, honestas e concretas. Acho até que deveria haver uma secretaria ou chefatura de alguma coisa sob regência da administração da cidade com o objetivo de receber propostas e sugestões da população com um letreiro bem na entrada: “Proibido apresentar diagnósticos”.
Isso, por si só, já iria definir os rumos da dita repartição que com toda certeza não iria ter a influência de partidos e muito menos de paus-mandados oficiais. Haveria um número mínimo de pessoal da gente dita normal, avisada para detectar fracassos levados a cabo pelos governos que se passaram ou até receitas medianas mas de boas intenções da atual administração, o que iria garantir que este correio popular não se converta em um simples depósito de papéis.
*O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Mamoré não tem responsabilidade legal pela "opinião", que é exclusiva do autor.

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