Jornal O Mamoré
GUAJARÁ-MIRIM Rondônia

Coluna Almanaque: POR QUEM OS SINOS DOBRAM


 Por Fábio Marques

Passado o período de recesso, a Câmara Municipal retornou aos trabalhos com uma meta e uma proposta. A meta é trabalhar para resgatar o moral social de Guajará-Mirim. A proposta é conjugar esforços junto às entidades sociais para encarar este desafio. Estão mais do que certo os vereadores. Numa democracia, pressupõe-se que os líderes que representam a vontade popular tenham a grandeza de procurar forças distintas a fim de discutir as melhorias que a cidade precisa. E para que isso ocorra, é necessário que haja conversações voltadas para os interesses da cidade.
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Mas parece que esta proposta não agradou à uma minoria setorial contrária ao trabalho da Câmara. Todos nós temos que preservar o direito que rege a qualquer um de expor suas revoltas com as causas políticas sejam quais forem. Só que este direito não pode nunca dar margem de ferir o direito que ao outro lhe compete. É sabido que Câmara hoje procura ao máximo não se imiscuir nos negócios da prefeitura. A Câmara deseja colaborar com a prefeitura, mas sempre na condição de Poder autônomo Por este motivo alguns vereadores viraram alvos de uma porrada de pedras hipócritas por parte de fulanos e sicranos.
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Agora a outra verdade é que se a Câmara tem a oposição de alguns, também está contando com a simpatia da maioria politizada. Esta simpatia vem crescendo a cada dia, não pelos discursos inflamados dos vereadores, mas pela reta intenção de corrigir a inversão dos caminhos a serem seguidos através de propostas concretas e cobranças com sentido.
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Quanto às resenhas que fazem sicranos e beltranos contra a Câmara Municipal nas redes sociais, espero com estas mal traçadas encontrar alguns atalhos nos labirintos de seus raciocínios.
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De parabéns está o vereador Kerling Brito por estar levando adiante proposta de colocar em prática as sessões itinerantes da Câmara Municipal. O objetivo é discutir In Loco com a população os problemas relativos à seus bairros, distritos, colônias, zonas agrárias, áreas ribeirinhas e povos da floresta.
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O encontro do presidente Messias Bolsonaro com o chefia do Kremlin, por mais simpático que possa ter havido, acabou criando uma situação de desconfio aos olhos dos países do Ocidente que estão movendo sanções de repúdio às atitudes de Vladimir Puttin. O Itamarati bem que poderia ter evitado este descuido quanto á política externa do Brasil. O que deu a entender é que o Brasil em vez de manter-se imparcial neste confronto, demonstrou simpatia pelo conflito. A Guerra já estourou. A coisa tá “russa” para a Ucrânia.
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O Brasil tem relações comerciais com a Rússia. Faz parte do conjunto Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. São acordos comerciais dentro de limites comerciais. Agora a democracia precisa se fazer presente para entender até que certa altura há que se levar adiante acordos sem se envolver com a política dos países. A conversa do mandante em chefe do Brasil com o manda chuva de Moscou foi contrária aos valores abstratos da democracia e dos direitos humanos.
*O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Mamoré não tem responsabilidade legal pela "opinião", que é exclusiva do autor.







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