GUAJARÁ-MIRIM Rondônia

IFRO: Campus Guajará-Mirim realiza atividade on-line com tema Mulheres da Amazônia


O evento “Mulheres da Amazônia” fechou o mês de comemoração da mulher no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO), Campus Guajará-Mirim. O evento foi realizado de forma on-line no final do mês de março, contando com a participação da comunidade interna e externa do IFRO.

 A organização e a apresentação ocorreram através de ação conjunta dos núcleos NAC (Núcleo de Arte e Cultura), Neabi (Núcleo de Estudos Afro-brasileiro e Indígena) e Projeto de Pesquisa “Clube dos Afetos: Diálogos interdisciplinares com Karl Marx a partir da obra ‘Revolução dos Bichos’”, que são coordenados respectivamente pelos professores de Arte (Carlos Eduardo Sousa da Fonseca), de Filosofia (Augusto Rodrigues de Sousa) e de Sociologia (Maria das Graças Freitas de Almeida). Transmitido pela plataforma TeamLink, o evento buscou assegurar os cuidados necessários para evitar riscos à saúde durante período de pandemia (covid-19).

Entre as diversas apresentações realizadas, teve palestra com Pâmela Vicentini Faeti, Professora do Departamento de Educação da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), em Rolim de Moura (RO), que abordou o tema “Vamos falar sobre feminismos? Conversas iniciais”. E a Professora de Artes do Campus de Ji-Paraná, Marcela dos Santos Lima, coorientadora do Projeto “Clube dos Afetos – Dialogando com Marx”, fez declamação de poema e reflexões sobre o papel social das mulheres e as músicas apresentadas por alunos juntos com o Professor de Inglês, Marcos Biesek Vollbrecht.

Conforme os organizadores, o evento oportunizou protagonismo aos discentes, ao relatarem e realizarem vídeos que homenageassem familiares e personalidades artísticas femininas que representam a luta social das mulheres em busca de reconhecimento e direitos por igualdade social.

De acordo com a Professora Marcela, “a oportunidade que todos os participantes tiveram na noite do evento em vivenciar uma excelente e importante palestra sobre o Feminismo com a professora Pâmela Vicentini Faeti (UNIR – Campus Rolim de Moura), convidada do projeto, foi uma experiência riquíssima. É importante considerar que sempre nos preocupamos em trazer diferentes profissionais que ampliam a produção de pensamentos e reflexões nas ações que coordenamos enquanto professora e coordenadora do NAC do Campus de Guajará-Mirim, quando em exercício na instituição. Sabemos da importância desses encontros e da criação dos espaços de fala para os discentes”.

“Dessa forma, juntamente com os vídeos apresentados e produzidos pelos discentes, que relataram narrativas pessoais, histórias de vida, com relatos tão profundos e emocionantes, tenho certeza que, para os que ali puderam fluir do momento: discentes, docentes, comunidade externa, não deixaram de sensibilizar com o sentir e o expressar das vidas de diferentes mulheres que fazem parte da vida dos discentes. Assim sendo, o saber sensível e suas relações com o conhecimento conceitual, não estão apartados da vida acadêmica e, esta, foi uma oportunidade, mais uma vez, dessa compreensão da dimensão da educação em direção à vida”, concluiu a docente.

Segundo a discente do primeiro ano vespertino do Curso Técnico em Informática, Luna Campolina Monteiro Melo, foi importante aprender mais a partir de histórias contadas sobre o feminismo e sobre o quanto as mulheres são fortes e guerreiras. “Saber que nada e nem ninguém pode dizer o que uma mulher é, ou o que deve ser. Enxergar o quão importante elas são, o quão firmes são. É impressionante que nós mulheres temos uma trajetória um tanto como difícil, por ter que seguir desde pequenas regras que só nós recebemos, ser taxadas de inferiores só pelo seu gênero, ter que ficar calada e não poder expressar suas ideias, porque você é chamada de incapaz. Não ser aceita em um trabalho por não ter ‘capacidade o suficiente’, e muitas outras injustiças que ocorrem na sociedade em que vivemos. Mas graças à luta árdua de muitas, hoje podemos garantir um cargo, ser donas de si, debater sobre certos assuntos que antes não podíamos, como, na política, ajudando assim em todo esse avanço social”, analisou.

O “Mulheres da Amazônia” objetivou homenagear as mulheres, debatendo a desconstrução de paradigmas consolidados em preconceitos, oportunizando democraticamente espaços de fala a todos que quiseram participar e expressar suas ideias. Para o Professor de Inglês, Marcos Bieseck, o evento “foi uma maneira que encontramos de homenagear àquelas que vivem nesse ambiente tão rico e bonito mas também tão cheio de desafios e dificuldades. Um olhar mais dedicado às mulheres da Amazônia é necessário”.

Fonte: Assessoria








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