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Chuva interrompe apresentação do Malhadinho na abertura do Duelo na Fronteira, em Guajará-Mirim

Evento que deveria começar às 21h de sexta-feira (14), só iniciou por volta de 1h da madrugada deste sábado (15) e durou poucos minutos. No domingo, o

A primeira noite do Duelo na Fronteira 2025 foi interrompida pela forte chuva em Guajará-Mirim (RO). O Boi-Bumbá Malhadinho apresentou apenas 7 dos 24 itens previstos antes que o temporal obrigasse a parada.


Boi Malhadinho

O evento, que deveria começar às 21h de sexta-feira (14), só iniciou por volta de 1h da madrugada deste sábado (15) e durou poucos minutos até uma nova chuva forte cair sobre a arena.


O Malhadinho, que busca o tricampeonato, apresentava o tema “Somos Amazônidas” quando a apresentação precisou ser suspensa. No domingo, o boi volta à arena com o espetáculo completo.



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Torcida que atravessa cidades

O Duelo na Fronteira reúne dois bois que mobilizam multidões em Guajará-Mirim: Flor do Campo e Malhadinho. Nascidos em bairros da cidade, eles se tornaram símbolos culturais de Rondônia. Na abertura do festival, o Malhadinho foi o primeiro a entrar na arena, e o público chegou cedo para garantir um bom lugar. Entre os torcedores, muitos viajaram horas só para acompanhar o boi azul.


“Eu sou de Porto Velho, eu venho desde 2023 para cá e eu sou desde pequena do Malhadinho, eu sempre fui do boi azul e ele me escolheu, eu amo esse boi”, contou a torcedora Sofia.



Após pouco mais de uma hora de apresentação, a chuva voltou a cair com intensidade. A equipe tentou continuar, mas, por segurança, o espetáculo que teria duas horas e meia foi encerrado. 

Torcida que atravessa cidades

O Duelo na Fronteira reúne dois bois que mobilizam multidões em Guajará-Mirim: Flor do Campo e Malhadinho. Nascidos em bairros da cidade, eles se tornaram símbolos culturais de Rondônia. Na abertura do festival, o Malhadinho foi o primeiro a entrar na arena, e o público chegou cedo para garantir um bom lugar. Entre os torcedores, muitos viajaram horas só para acompanhar o boi azul.


“Eu sou de Porto Velho, eu venho desde 2023 para cá e eu sou desde pequena do Malhadinho, eu sempre fui do boi azul e ele me escolheu, eu amo esse boi”, contou a torcedora Sofia.



Após pouco mais de uma hora de apresentação, a chuva voltou a cair com intensidade. A equipe tentou continuar, mas, por segurança, o espetáculo que teria duas horas e meia foi encerrado. A cunhã-poranga Clara Pelourinho lamentou o ocorrido, mas disse que segue confiante para o retorno.


“Eu estou com uma tristeza imensa, mas a gente não tem culpa. O nosso festival aconteceu numa data que não era para ter acontecido e agora a gente tem que encerrar a apresentação. É uma pena, mas vamos para o domingo agora”, disse.



De acordo com o diretor musical Eric Sander, mesmo com a vontade de prosseguir, a interrupção foi inevitável para evitar riscos à equipe e aos equipamentos.


“Que tristeza, de verdade. A gente tentou segurar ao máximo, mas infelizmente a gente está com equipamento eletrônico, já tinha músico pegando choque e não dá para a gente conseguir fazer o trabalho de chuva, infelizmente. A gente tem indumentárias aqui e isso aqui já vai praticamente ser perdido”, afirmou.

“Eu estou com uma tristeza imensa, mas a gente não tem culpa. O nosso festival aconteceu numa data que não era para ter acontecido e agora a gente tem que encerrar a apresentação. É uma pena, mas vamos para o domingo agora”, disse.

Fonte: G1/Rede Amazônica






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