Ciúmes no hospital resultam em agressão e prisão de indígena
A mulher relatou que estava acompanhada do namorado quando enviou uma mensagem de texto ao irmão.
| Imagem ilustrativa |
Durante a noite de segunda-feira, 10, uma guarnição da Polícia Militar se deslocou até um Hospital Bom Pastor, onde a vítima estava internada. A mulher relatou que estava acompanhada do namorado quando enviou uma mensagem de texto ao irmão. O autor, tomado por ciúmes, acreditou que a mensagem era dirigida a um ex-companheiro e iniciou as agressões.
O agressor apertou com força o ombro esquerdo da vítima e, após ela ameaçar gritar por socorro, desferiu um tapa forte em seu rosto. Em seguida, ele danificou o aparelho celular da vítima ao arremessá-lo ao solo. A vítima também mencionou que esta não foi à primeira agressão, citando crises de ciúmes anteriores, como em um campo de futebol, quando o autor a acusou de manter relação extraconjugal com um primo.
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O autor das agressões foi localizado pelos policiais nas dependências da Casa de Saúde Indígena – CASAI. Em contato com a polícia, o conduzido declarou que o tapa e a quebra do celular ocorreram durante uma "suposta brincadeira que acabou virando algo mais sério".
Devido ao casal ser indígena, todo o procedimento policial foi acompanhado por representante Conselho dos Indígenas de Guajará-Mirim, visando garantir os direitos culturais e sociais da comunidade. O autor recebeu voz de prisão e foi apresentado à Delegacia Regional de Polícia Civil - DRPC, enquanto a vítima permaneceu hospitalizada para cuidados médicos. A guarnição enfatizou a necessidade de medidas protetivas de urgência em favor da vítima, visando preservar sua integridade física e psicológica.
Devido ao casal ser indígena, todo o procedimento policial foi acompanhado por representante Conselho dos Indígenas de Guajará-Mirim, visando garantir os direitos culturais e sociais da comunidade. O autor recebeu voz de prisão e foi apresentado à Delegacia Regional de Polícia Civil - DRPC, enquanto a vítima permaneceu hospitalizada para cuidados médicos. A guarnição enfatizou a necessidade de medidas protetivas de urgência em favor da vítima, visando preservar sua integridade física e psicológica.
Fonte: O MAMORÉ


