Mulher é denunciada por calúnia, injúria racial e ameaça em Guajará-Mirim
Ocorrência de ameaças, injúria racial e calúnia, no bairro Jardim Esmerlda.
A Polícia Militar foi acionada no início da noite de quarta-feira, 17, para atender a uma ocorrência registrada na Rua 51, bairro Jardim Esmeralda, no município de Guajará-Mirim - RO. O caso envolve, em tese, os crimes de calúnia, injúria racial e ameaça.
De acordo com informações repassadas à autoridade policial, a guarnição da PM foi deslocada até uma chácara localizada na região após denúncia de um conflito envolvendo ofensas verbais, ameaças e acusações de cunho criminoso. No local, os policiais mantiveram contato com a vítima, um homem, que relatou que uma mulher chegou à área conduzindo um veículo e permaneceu do lado externo da propriedade rural.
Segundo o relato, a suspeita passou a acusá-lo falsamente de ter ingressado indevidamente em sua propriedade, imputando-lhe fato definido como crime, sem apresentar qualquer comprovação. Ainda conforme a vítima, a mulher demonstrava comportamento exaltado e passou a proferir ofensas verbais de baixo calão, com expressões de cunho racial e discriminatório, inclusive afirmando que “negro tem que estar na senzala”, declarações que atentam contra a dignidade e o decoro da vítima, caracterizando injúria racial.
De acordo com informações repassadas à autoridade policial, a guarnição da PM foi deslocada até uma chácara localizada na região após denúncia de um conflito envolvendo ofensas verbais, ameaças e acusações de cunho criminoso. No local, os policiais mantiveram contato com a vítima, um homem, que relatou que uma mulher chegou à área conduzindo um veículo e permaneceu do lado externo da propriedade rural.
Segundo o relato, a suspeita passou a acusá-lo falsamente de ter ingressado indevidamente em sua propriedade, imputando-lhe fato definido como crime, sem apresentar qualquer comprovação. Ainda conforme a vítima, a mulher demonstrava comportamento exaltado e passou a proferir ofensas verbais de baixo calão, com expressões de cunho racial e discriminatório, inclusive afirmando que “negro tem que estar na senzala”, declarações que atentam contra a dignidade e o decoro da vítima, caracterizando injúria racial.
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A vítima informou ainda que a autora teria feito ameaças graves, afirmando que retornaria no dia seguinte para efetuar disparos de arma de fogo contra ele, colocando sua vida em risco. A mulher também teria alegado que não sofreria consequências por supostamente contar com proteção de autoridade política, o que agravou o temor e a sensação de insegurança.
Após os fatos, a suspeita deixou o local em seu veículo, tomando rumo ignorado. Conforme apurado, a conduta teria ocorrido inicialmente por volta das 17h do mesmo dia e foi presenciada por testemunhas, devidamente qualificadas no boletim de ocorrência.
A Polícia Militar realizou diligências na região, colheu o relato da vítima, prestou as orientações legais cabíveis e registrou a ocorrência para adoção das providências pertinentes, diante da gravidade das condutas narradas e do potencial risco à integridade física da vítima e à ordem pública.
Ao final do atendimento, a guarnição permaneceu em patrulhamento nas proximidades para garantir a tranquilidade da vítima, preservar a ordem pública e prevenir novos incidentes.
Após os fatos, a suspeita deixou o local em seu veículo, tomando rumo ignorado. Conforme apurado, a conduta teria ocorrido inicialmente por volta das 17h do mesmo dia e foi presenciada por testemunhas, devidamente qualificadas no boletim de ocorrência.
A Polícia Militar realizou diligências na região, colheu o relato da vítima, prestou as orientações legais cabíveis e registrou a ocorrência para adoção das providências pertinentes, diante da gravidade das condutas narradas e do potencial risco à integridade física da vítima e à ordem pública.
Ao final do atendimento, a guarnição permaneceu em patrulhamento nas proximidades para garantir a tranquilidade da vítima, preservar a ordem pública e prevenir novos incidentes.
Fonte: O MAMORÉ

