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Câmara de Guajará-Mirim afasta vereadora após acusações de corrupção contra parlamentares e abre processo por quebra de decoro

Decisão foi tomada por maioria em sessão plenária e ocorre após declarações públicas que colocaram sob suspeita a integridade dos vereadores....

Pela primeira vez o atual período legislativo da Câmara Municipal de Guajará-Mirim deliberou, em sessão plenária, na terça-feira, 7, pelo recebimento de representação por quebra de decoro parlamentar e pelo afastamento cautelar da vereadora Cordélia Cruz Santana, após declarações públicas que lançaram suspeitas generalizadas de recebimento de vantagem indevida por parte de vereadores da Casa.

A medida foi aprovada por maioria dos parlamentares e ocorre em resposta a manifestações que, segundo a Presidência, ultrapassaram os limites do debate político legítimo ao atribuir, de forma ampla e sem formalização nos canais institucionais competentes, práticas graves relacionadas à corrupção no âmbito do Poder Legislativo municipal.

O afastamento possui natureza cautelar e provisória, não representando julgamento definitivo ou sanção antecipada, mas sim uma providência institucional voltada à preservação da normalidade dos trabalhos parlamentares, da integridade da apuração e da credibilidade da Câmara perante a sociedade.



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Durante a sessão, o Presidente da Câmara, Eliel Nunes Silvino, destacou que a decisão foi pautada pela necessidade de proteger a dignidade da instituição e a confiança pública no Parlamento.

“A democracia exige liberdade de expressão, mas não admite a banalização de acusações de corrupção sem a devida responsabilização e sem o acionamento das vias institucionais próprias. Quando a honra do Parlamento é atingida, a resposta precisa ser firme, responsável e juridicamente correta”, afirmou.

A Presidência também ressaltou que a situação provocou forte reação institucional entre os vereadores, diante do impacto das declarações sobre a reputação individual dos parlamentares e sobre a imagem coletiva da Câmara.

“Não se trata de proteger pessoas, mas de preservar a instituição. Quando se lança, de forma generalizada, a suspeita de corrupção sobre um Parlamento inteiro, atinge-se não apenas os vereadores, mas também a própria população que os elegeu”, acrescentou.

O processo será agora submetido à Comissão de Administração, Constituição, Justiça e Redação (CACJR), que deverá emitir parecer técnico sobre a regularidade da medida cautelar, e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar, responsável pela condução da instrução e análise do mérito da denúncia.

A vereadora representada será formalmente notificada e terá assegurado o pleno exercício do contraditório e da ampla defesa, conforme determina o ordenamento jurídico.

A Câmara Municipal de Guajará-Mirim enfatizou que atuará com rigor técnico, transparência e respeito às garantias legais, mas também com firmeza institucional, diante da gravidade dos fatos.

O caso já repercute politicamente no âmbito estadual, especialmente pelo conteúdo das declarações que motivaram a representação e pelo impacto institucional da medida adotada pelo Parlamento municipal.

Ao final, a Câmara destacou seu compromisso com os princípios republicanos, com a ética na vida pública e com a preservação da confiança da sociedade nas instituições democráticas.





Defesa
Em sua defesa, nas redes sociais, a vereadora Cordélia Santana publicou em suas redes sociais esclarecendo os fatos. 

Veja nota na íntegra:

NOTA DE ESCLARECIMENTO
Quero aqui esclarecer um fato sobre essa fake News aqui para vocês porque sou muito transparente e não preciso faltar com a verdade, pegaram um print de uma conversa em um grupo onde uma pessoa chegou a mim e falou que estavam falando que só eu e outro vereador não tinha recebido 50 mil reais, eu acho que era para votar a favor da terceirização, e lógico que falei que não era verdade isso.
Comentei no grupo em tom de zoação como segue no print com risadas, porque sei que isso não existiu. E depois falei que o povo (da fofoca) sabe de coisas que nem eu sei (justificando que realmente não estava sabendo).


Conclusão:
Quero deixar bem claro que estão usando uma parte da conversa para tentar me prejudicar supondo que estou afirmando ou acusando, não estamos! Longe de mim, jamais iria acusar ou falar dos meus nobres pares sem provas, ainda mais sendo uma parlamentar que zela pela imagem e seriedade. E por esse desconforto também peço desculpas para meus nobres pares, eleitores e quem tiver se sentido incomodado com a postagem inverídica, tão somente com o intuito de gerar discórdia entre os poderes e querer derrubar a imagem de uma parlamentar em ascensão.

Fonte: O MAMORÉ



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