PF atua contra lavagem de dinheiro em Guajará-Mirim e em Mato Grosso
Operação Alvo Cerrado cumpre quatro mandados de busca e apreensão em Guajará-Mirim/RO e em Pontal do Araguaia/MT
A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (28/5), a Operação Alvo Cerrado, com o objetivo de aprofundar investigação relacionada à possível prática de lavagem de capitais, com indícios de utilização de pessoas físicas e jurídicas para ocultação e para dissimulação da origem de valores supostamente ilícitos.
-----------------------------------------------------------------------------------------------
CONTINUA APÓS PUBLICIDADE
🔬 GRANDE CAMPANHA DE CIRURGIA OFTALMOLÓGICA, CATARATA E PTERÍGIO (CRESCIMENTOS CARNOSOS NÃO VISÍVEIS)
Você apresenta algum destes sintomas?
✔ Visão escura;
✔ Dificuldade em enxergar as pessoas;
✔ Crescimento avançado de pterígio que obstrui a visão;
✔ Perda total da visão.
📅 Datas: Segunda feira, 4 de maio e terça-feira, 5 de maio de 2026
📍 Local: Clínica JESUS NAZARENO, em GUAJARAMERIN - Beni/Bolívia
Avenida Oscar Unzaga de la Vega, ao lado da Associação de Ganadero.
Contatos: Celular
591 69374247
591 73949696
55 11 975195051
Não perca esta grande oportunidade! Se você conhece algum vizinho ou amigo cego, convidamos todos para um exame oftalmológico completo e gratuito.
-----------------------------------------------------------------------------------------------
Durante a operação, são cumpridos quatro mandados judiciais de busca e apreensão, sendo dois na cidade de Guajará-Mirim e dois em Pontal do Araguaia/MT, expedidos pelo Juízo da 1ª Vara de Garantias do Tribunal de Justiça de Porto Velho.
As investigações foram iniciadas a partir de informações que apontaram movimentações bancárias incompatíveis com a capacidade econômica declarada pelos suspeitos. No curso da apuração, foram identificados indícios de movimentação financeira aproximada de R$ 229 milhões, em período analisado entre os anos de 2018 e 2023.
Os investigados poderão responder pelo crime de lavagem de capitais, sem prejuízo da apuração de outros delitos eventualmente identificados no decorrer das investigações.
O Jornal O MAMORÉ apurou que há suspeita de que parte dos recursos tenha relação com crimes antecedentes ligados ao tráfico de drogas, hipótese que segue sendo apurada pela PF.
Fonte: Comunicação Social da PF/RO/O MAMORÉ


