IFRO realiza evento em alusão ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência

O evento foi on-line em alusão ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência.

 


O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO), Campus Guajará-Mirim, promoveu na terça-feira (21/9) um evento on-line em alusão ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. A atividade foi desenvolvida pelo Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas (Napne) da unidade e contou com a participação de palestrantes e das comunidades interna e externa do IFRO.  O encontro virtual foi marcado por várias atrações, dentre elas: apresentação do Napne e da sua finalidade; apresentação cultural; palestras de profissionais da área da Educação e apresentação musical.

Segundo a Coordenadora do Napne – Campus Guajará-Mirim, Marilei Rodrigues, a live teve o objetivo de lembrar a importância histórica de luta por igualdade social das pessoas com deficiência. “Houve muita emoção com os relatos de superação dos convidados palestrantes, enfatizando a importância da luta constante por oportunidades e por justiça social”, destacou a docente, ressaltando que o evento reforça “o compromisso da instituição com a inclusão escolar e com esses indivíduos que muitas vezes são deixados de lado e impedidos de receber uma educação de qualidade. E principalmente evidenciar que a deficiência não pode ser impedimento para que as pessoas consigam atingir seus objetivos e realizações pessoais”.

live ocorreu via Google Meet e contou com palestras proferidas pelos professores Rosenilda Teixeira Amaral Canamari (PcD – Deficiência visual),  José Lourione Freitas Bernardino (PcD – Deficiência Visual) e Tanous Melhem Bouchabki Neto (PcD – Deficiência Física) e relatos de alunos com necessidades específicas atendidos pelo campus e seus mediadores virtuais.


O Napne do Campus Guajará-Mirim foi apresentado por Décio Keher Marques, professor de Filosofia e membro do núcleo. Uma das apresentações culturais da noite foi da discente Israelly Rocha Limeira (PcD – Deficiência auditiva), que cursa o 2º Ano do Curso Técnico em Informática Integrado ao Ensino Médio no Campus Guajará-Mirim.  

A Diretora-Geral do campus, Elaine Carvalho, disse ter se sentido muito grata por participar da live em comemoração ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, “pois são pessoas lutadoras, centradas em seus objetivos e que enfrentam barreiras enormes para alcançá-los. Suas histórias de vida e os méritos por eles alcançados nos motivam a continuar e melhorar nosso compromisso de ser uma instituição de ensino inclusiva, que torna o inimaginável possível, auxiliando as pessoas com necessidades específicas a realizarem seus sonhos, através do trabalho árduo com os componentes do Napne. Obrigada a todos os servidores que, por motivação própria, se dedicam a esse trabalho maravilhoso”.

Para a Diretora de Ensino Substituta do campus, Maria Enísia Soares, o evento proporcionou o que ela chama de escuta sensível. “Ouvir as pessoas de nosso meio, conversar sobre as diferenças que nos compõem foi muito gratificante. Foi, sobretudo, uma oportunidade de reafirmar e de valorizar a diversidade e o potencial humano de cada um dos nossos convidados. Aproveito e parabenizo a equipe Napne pelo momento agradável de escuta”, comentou.

“Foi um evento emocionante, com músicas, criatividade e informações relevantes para rompermos com paradigmas estabelecidos culturalmente no combate de qualquer tipo de discriminação às pessoas com deficiência”, avaliou a professora Maria das Graças Freitas de Almeida, Membro do Napne.  

Marilei Rodrigues, coordenadora do Napne – Campus Guajará-Mirim, concluiu dizendo que o setor ficou muito honrado “em receber nossos convidados e em poder conhecer um pouco da história de vida de cada um deles e das dificuldades vencidas para chegar até aqui. Sabemos que muita luta já foi travada em busca dos direitos das pessoas com deficiência e que muito ainda precisa ser feito, mas não podemos deixar de destacar que o IFRO não tem medido esforços para oportunizar um ensino gratuito e de qualidade com acessibilidade, inclusão e muito respeito a cada aluno com necessidades específicas que ingressa nos campi. Quero deixar aqui uma frase para nossa reflexão: ‘Se a escola não oferecer o acesso, a permanência e o êxito a todas as pessoas é sinal que ela está deficiente’”.

Fonte: Assessoria

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