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Assembleia Legislativa derruba veto do Governo e mantém emenda da deputada Dra. Taíssa em defesa dos servidores do Iperon

Atuação firme da deputada no plenário foi decisiva para manter emenda que garante auxílios a servidores cedidos, reforçando a isonomia e a valorização


A Assembleia Legislativa de Rondônia rejeitou, durante sessão extraordinária realizada na última terça-feira (20), o veto parcial do governo de Rondônia à emenda apresentada pela deputada estadual Dra. Taíssa Sousa (Podemos) ao Projeto de Lei Complementar nº 162/2025, de autoria do Poder Executivo. A decisão garantiu a manutenção do dispositivo que assegura o pagamento dos auxílios saúde, transporte e alimentação aos servidores do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Estado de Rondônia (Iperon), inclusive àqueles que se encontram cedidos ou remanejados para outros órgãos.



O veto havia sido justificado pelo Executivo sob o argumento de impacto orçamentário. No entanto, após amplo debate em plenário, os parlamentares entenderam que a emenda não gera aumento de despesa, mas corrige uma distorção e assegura isonomia de direitos aos servidores.


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Defesa firme no plenário

Durante sua fala na tribuna, a deputada Dra. Taíssa esclareceu que a cessão ou o remanejamento de servidores é um ato provisório da administração pública e não pode servir como justificativa para retirada de direitos.



“O projeto veio do Estado e eu apresentei uma emenda justamente para aqueles servidores cedidos. Veio o veto alegando questão orçamentária, mas é preciso deixar claro: qualquer servidor que é cedido ou remanejado está em um ato provisório. Quando se faz remanejamento de recurso, melhoria salarial e dotação orçamentária, isso é feito para todo o quadro”, afirmou a parlamentar.


A deputada também destacou que não há prejuízo financeiro aos cofres públicos, uma vez que a previsão orçamentária já existe. “Hoje o servidor está cedido, amanhã pode não estar. E é por isso que peço a gentileza de todos vocês para derrubar o veto do governo, porque, com esse veto, os servidores do Iperon estão sendo prejudicados, e nós não podemos permitir isso”, reforçou.



Isonomia e valorização do serviço público


Na avaliação da deputada, manter o veto significaria criar desigualdade dentro do próprio quadro funcional. “O direito tem que ser igual para todos. Todos têm que ter a melhoria salarial, independente de estar cedido, porque é um ato provisório”, concluiu.



Com a derrubada do veto, a emenda passa a integrar definitivamente a legislação, garantindo que os auxílios sejam devidos a todos os servidores do Iperon, estejam eles em exercício direto no Instituto ou cedidos a outros órgãos, com ou sem ônus. A atuação da deputada Dra. Taíssa Sousa reforça seu compromisso com a justiça social, a valorização do servidor público e a correta aplicação dos recursos públicos.

Fonte: Assessoria parlamentar









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