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Mulher é presa com revólver escondido na calca, em Vila Murtinho; sogro também foi detido

Uma ação da Polícia Militar , realizada na sexta-feira, 16, resultou na prisão de duas pessoas e na apreensão de uma arma de fogo

  

Arma apreendida pelos policiais da 3a CIA, em Nova Mamoré 

Uma ação da Polícia Militar , realizada na sexta-feira, 16, resultou na prisão de duas pessoas e na apreensão de uma arma de fogo na região de Vila Murtinho, zona rural de Nova Mamoré RO,. A intervenção ocorreu após policiais da 3a Companhia de Policiamento Ostensivo receberem uma denúncia anônima informando que uma mulher estaria armada em um bar da localidade.


Abordagem 

Após realizarem buscas iniciais sem sucesso no estabelecimento indicado, os policiais iniciaram um patrulhamento preventivo pelo ramal de acesso à Vila Murtinho.  Durante a diligência, a equipe avistou uma motoneta Honda Biz, de cor vermelha, ocupada por um homem e conduzida por uma mulher. Ao ordenar a parada, os ocupantes foram identificados a mulherde 39 anos, e o seu sogro de 59 anos.


Durante a revista pessoal, embora nada de ilícito tenha sido encontrado com ele, os policiais notaram um volume anormal na parte frontal da calça da mulher. Ao ser questionada, a mulher tentou enganar a equipe afirmando que o volume era seu celular, embora o aparelho já estivesse em sua mão. Diante da inconsistência, ela acabou retirando o objeto, um revólver calibre .32, de cor prateada, marca Taurus, que estava sem munição.


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Versões contraditórias 

O caso ganhou contornos de confusão durante os depoimentos. Inicialmente, ela afirmou ter recebido a arma como pagamento de uma conta, mudando a versão logo em seguida para dizer que havia comprado o revólver de sogro. Já o homem, por sua vez, negou a venda.


Em oitivas separadas na unidade policial, surgiram novos detalhes envolvendo a travessia para o país vizinho. Ele relatou que ambos atravessaram o Rio Madeira em sua embarcação para o lado boliviano, onde ela teria negociado a arma com um cidadão estrangeiro por aproximadamente R$ 1.500,00. Já ela declarou que a negociação ocorreu em uma balsa no lado boliviano, onde teriam deixa o seu companheiro, filho do homem de 59 anos, e que o valor acordado com o boliviano seria de R$ 2.500,00, a ser pago futuramente.


Diante da materialidade do crime de porte ilegal de arma de fogo de uso permitido (Art. 14 da Lei nº 10.826/2003), ambos receberam voz de prisão. Os envolvidos, a arma e a motoneta foram encaminhados à Unidade de Segurança Pública - UNISP, para o registro da ocorrência e as providências da autoridade judiciária. 

Fonte O MAMORÉ







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