Loterias

Carregando resultados da Mega Sena...

Carregando resultados da Quina...

Carregando resultados da Lotofacil

Horóscopo

Moedas

Delegado da PF fala sobre o caso de tortura e sequestro de boliviana em Guajará-Mirim, praticado por duas médicas brasileiras: Vítima foi atraída com "falso presente"

Delegado da PF, Francisco Ney

O Delegado da Polícia Federal em Guajará-Mirim, Francisco Ney, detalhou em vídeo a operação realizada nas primeiras horas do domingo, 18, que resultou na prisão de duas mulheres brasileiras. Elas são investigadas pelos crimes de tortura, sequestro e cárcere privado praticados contra uma cidadã boliviana.

As prisões preventivas foram autorizadas pela 1ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho. De acordo com as investigações da Polícia Federal, as suspeitas armaram uma emboscada para atrair a vítima ao território brasileiro.

 

A emboscada e os atos de barbárie

O Delegado Francisco Ney explicou que a vítima boliviana foi convencida a atravessar a fronteira sob o falso pretexto da entrega de um presente para seu filho menor. Ao chegar no porto oficial de Guajará-Mirim, a mulher foi levada pelas investigadas para um local ermo, um sítio situado na zona rural do município.

No cativeiro, a vítima foi submetida a intensos atos de crueldade, que incluíram: Agressões físicas diversas com o uso de materiais variados; e Corte forçado de cabelo, como forma de humilhação e tortura. 

(Fonte: Comunicação PF/RO)


CONTINUA APÓS PUBLICIDADE


Atribuição da Polícia Federal e repercussão

As mulheres estão sob suspeita de violar a Lei 9.455/1997 (Crime de Tortura) e o Artigo 148 do Código Penal (Sequestro e Cárcere Privado.

O Delegado Francisco Ney ressaltou que, embora sejam crimes graves comuns, a Polícia Federal assumiu a atribuição investigativa devido a dois fatores principais:

Repercussão Internacional: O caso ganhou visibilidade não apenas local, mas também nacional e internacional.

Tratados Internacionais: O Brasil é signatário da Convenção Internacional de Prevenção à Tortura.

Essa conjugação de fatores, conforme explica o delegado, atrai a competência da PF com base na Lei 10.446 (Art. 1º, inciso III), que permite à instituição investigar crimes que exijam repressão uniforme e tenham repercussão interestadual ou internacional

As duas mulheres continuam presas.

Fonte: O MAMORÉ



Site desenvolvido por:
Harlley Rebouças
www.harlley.com.br / (69) 99948-1714