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Coluna Simpi – Reajuste do boleto mensal do MEI deve chegar até R$ 200 por mês


Reajuste do boleto mensal do MEI deve chegar até R$ 200 por mês
A partir de fevereiro de 2026 passam a valer os novos valores do Documento de Arrecadação do Simples Nacional do Microempreendedor Individual (DAS-MEI), referentes ao pagamento do mês de janeiro, e o reajuste atinge todos os microempreendedores individuais, exigindo mais atenção ao planejamento financeiro. Com a mudança, o valor mensal fica em R$ 82,05 para quem atua no Comércio e na Indústria, R$ 86,05 para Serviços e R$ 87,05 para Comércio e Serviços. No caso do MEI Caminhoneiro, os valores são mais altos e variam entre R$ 195,52 e R$ 200,52, conforme o tipo de produto transportado e o local de destino. Técnicos alertam que o aumento torna ainda mais importante organizar as contas para evitar atrasos, multas e desequilíbrios no orçamento, recomendando revisão de custos operacionais e, quando necessário, reavaliação dos preços finais de produtos e serviços. Especialistas, porém, ponderam que repassar custos para o consumidor deve ser feito com cautela, já que aumentos podem afetar as vendas; por isso, a orientação é também realizar pesquisa de mercado e observar os valores praticados pela concorrência antes de qualquer ajuste. Outro ponto de atenção são os prazos: o DAS-MEI é mensal, e o atraso pode gerar juros e multas, além de comprometer o acesso a benefícios previdenciários; buscar orientação com instituições de apoio ao empreendedor ou profissionais da área é indicado para reduzir impactos e melhorar a organização financeira. O DAS-MEI é composto por valores fixos que incluem a contribuição ao INSS, equivalente a 5% do salário-mínimo vigente, além de R$ 5 de ISS para prestadores de serviços e R$ 1 de ICMS para quem atua no comércio, na indústria ou no transporte intermunicipal e interestadual. Já para o MEI Caminhoneiro, a principal diferença está na contribuição previdenciária, que é de 12% do salário-mínimo, o que explica o valor mais elevado da guia. Dúvidas, procure o Simpi!
Assista: https://youtu.be/4D5s6Ffv3g4


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Atenção: multas por atraso nas declarações do Simples Nacional passam a ser automáticas em 2026
A Receita Federal tem orientado e alertando empresários das micro e pequenas empresas, especialmente os optantes do Simples Nacional, sobre alterações previstas para 2026 quanto à aplicação de multa relacionada ao atraso na entrega das declarações mensais e da declaração anual referentes ao faturamento. A declaração mensal sobre o faturamento deve ser entregue até o dia 20 do mês subsequente ao da ocorrência do fato gerador. A declaração anual deve ser apresentada até o dia 31 de março do ano seguinte ao exercício do faturamento, o que estabelece como prazo final o dia 31 de março de 2026 para as informações referentes ao ano-base anterior. De acordo com a análise de Marcos Tavares, advogado, em 2026 as multas passarão a ser aplicadas de forma automática após o atraso na entrega das declarações. Em 2025, existia um período de tolerância de até quatro meses, que deixará de ser adotado. Com o descumprimento do prazo, a empresa passa a constar como irregular e fica sujeita à penalidade. O advogado aponta que as empresas devem manter as declarações em dia e acompanhar eventuais pendências, divergências ou atrasos por meio do e-CAC da Receita Federal e do portal do Simples Nacional. Esse acompanhamento permite a verificação da situação fiscal e o controle das obrigações acessórias. A regularidade das declarações contribui para evitar contratempos, autuações e o risco de desenquadramento do Simples Nacional, além da possibilidade de cobrança de valores retroativos.
Assista: https://youtu.be/Ib4Tk0KLwI4

Desemprego fecha 2025 em 5,4%, mas queda na atividade e redução na busca por emprego acendem alerta, aponta análise
O ano de 2025 foi encerrado com taxa de desemprego em torno de 5,4% no Brasil, segundo dados disponíveis. A redução do desemprego e o aumento do salário real indicam, em princípio, um cenário de melhora nos indicadores do mercado de trabalho. No entanto, informações relacionadas aos setores industrial, comercial e de serviços apontam queda no nível de atividade na indústria e no comércio e estabilização no setor de serviços.
De acordo com Otto Nogami, economista, essa divergência entre os indicadores do mercado de trabalho e os dados setoriais está relacionada à forma como o desemprego é medido. A metodologia considera como desempregado o indivíduo que não está trabalhando e que declarou ter procurado emprego nos últimos 30 dias. Quando a pessoa não busca uma vaga nesse período, ela deixa de ser contabilizada como desempregada e passa a ser considerada fora da força de trabalho.Há indícios de redução no número de pessoas interessadas em buscar emprego formal, com aumento da opção por atividades autônomas ou temporárias. Esse movimento afeta a composição das estatísticas e interfere na interpretação dos dados sobre desemprego. Otto aponta que a diminuição da procura por emprego pode gerar impactos sobre o setor produtivo, especialmente em um contexto de crescimento econômico, ainda que moderado. A menor disponibilidade de mão de obra tende a criar dificuldades para atender à demanda por trabalhadores, com reflexos sobre produtividade e competitividade. Para o economista, esse é um fator que deve ser considerado na análise dos dados do mercado de trabalho.
Assista: https://youtu.be/Q40S0B0_kew

Ano eleitoral deve ampliar volatilidade dos mercados, com atenção à trajetória de juros, inflação e cenário fiscal
O ano de 2026 ocorre em contexto eleitoral, o que tende a influenciar o comportamento dos mercados e o ambiente econômico. Há expectativa de maior oscilação na bolsa de valores ao longo do período, acompanhando o ritmo da campanha e dos debates públicos. Esse cenário dificulta previsões e planejamentos de médio e longo prazo. De acordo com a análise de Hudson Bessa, professor da FGV, a inflação apresenta trajetória de desaceleração gradual em direção à meta, enquanto a taxa de juros tende a recuar de forma progressiva. Esses movimentos afetam o ambiente de negócios e as condições de crédito ao longo do ano. O contexto fiscal deve ganhar relevância em razão do aumento de gastos públicos característico de anos eleitorais. Esse movimento tende a gerar necessidade de ajustes posteriores, com impacto mais concentrado a partir de 2027. Hudson Bessa também observa que o desempenho recente do setor externo mostrou capacidade de adaptação diante das restrições comerciais enfrentadas anteriormente. Parte das exportações foi redirecionada para outros mercados, o que contribuiu para acomodar perdas e influenciar o comportamento do câmbio. Na avaliação do professor, o cenário econômico combina fatores como variação nos mercados financeiros, trajetória de inflação e juros, resultado do balanço de pagamentos e atenção à política fiscal, elementos que devem ser acompanhados ao longo do período analisado.
Assista: https://youtu.be/bpdpuGtkW8E

Fonte: Assessoria








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