Homem é preso por descumprir medida protetiva e ameaçar ex-companheira em Guajará-Mirim
A ação foi atendida por uma guarnição do 6º Batalhão de Polícia Militar, após denúncia realizada pela vítima.
Na tarde desta quarta-feira, 7, a Polícia Militar registrou uma ocorrência de ameaça e descumprimento de medida protetiva no bairro Próspero, no município de Guajará-Mirim - RO. A ação foi atendida por uma guarnição do 6º Batalhão de Polícia Militar, após denúncia realizada pela vítima.
De acordo com o registro, a mulher informou possuir medida protetiva de urgência em vigor contra o ex-companheiro, deferida pela Justiça por prazo indeterminado. Apesar disso, segundo a vítima, o homem vinha frequentando sua residência de forma reiterada, em desrespeito direto à determinação judicial.
CONTINUAÇÃO DEPOIS DA PUBLICIDADE
Ainda conforme o relato, durante a madrugada o suspeito, que cumpre pena monitorado por tornozeleira eletrônica, teria ingerido bebida alcoólica e, nas primeiras horas da manhã, passou a proferir ofensas e ameaças de morte contra a mulher. Ela afirmou também que o homem teria declarado possuir uma arma de fogo escondida e que rasgou o documento da medida protetiva.
Diante das informações e da confirmação da vigência da medida judicial, a equipe policial deu voz de prisão ao suspeito, preservando seus direitos constitucionais. A vítima e o autor foram conduzidos à Delegacia Regional de Polícia Civil para os procedimentos legais cabíveis. Durante o trajeto, o homem negou possuir arma de fogo. Nenhuma arma foi localizada.
O caso foi encaminhado à Polícia Civil para investigação e responsabilização conforme os artigos previstos no Código Penal e na Lei Maria da Penha.
Diante das informações e da confirmação da vigência da medida judicial, a equipe policial deu voz de prisão ao suspeito, preservando seus direitos constitucionais. A vítima e o autor foram conduzidos à Delegacia Regional de Polícia Civil para os procedimentos legais cabíveis. Durante o trajeto, o homem negou possuir arma de fogo. Nenhuma arma foi localizada.
O caso foi encaminhado à Polícia Civil para investigação e responsabilização conforme os artigos previstos no Código Penal e na Lei Maria da Penha.
Fonte: O MAMORÉ

