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Operação apreende mais de 250 litros de combustível boliviano, em Guajará-Mirim


Na manhã de quarta-feira, 7, o Patrulhamento Tático Móvel - Patamo, do 6º Batalhão da Polícia Militar, apreendeu mais de 250 litros de combustível de procedência boliviana às margens do rio Mamoré, no município de Guajará-Mirim - RO.

A ocorrência foi registrada na Avenida Constituição com Antônio Correia da Costa, no bairro Triângulo, área conhecida pela recorrência de ilícitos transfronteiriços. A ação fez parte da Operação Madeira Mamoré, realizada de forma integrada e coordenada com a Polícia Federal, com foco no combate a crimes na faixa de fronteira.


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De acordo com a ocorrência, durante patrulhamento ostensivo e preventivo, os policiais visualizaram uma expressiva aglomeração de pessoas nas imediações de um porto clandestino conhecido como “Pérola Negra”. Ao perceberem a presença da viatura policial, as pessoas se dispersaram rapidamente, fugindo em diversas direções, o que impossibilitou a realização de abordagens e levantou fundada suspeita quanto à prática de atividades ilícitas.

Diante da situação, a equipe realizou varredura minuciosa no local, seguindo os protocolos operacionais de segurança, quando localizou diversos recipientes plásticos contendo aproximadamente 251 litros de gasolina, produto de origem boliviana, sem qualquer documentação fiscal ou autorização legal para ingresso em território nacional.

Segundo a PM, a conduta caracteriza, em tese, o crime de contrabando, tipificado no artigo 334-A do Código Penal Brasileiro. Além da ilegalidade, o armazenamento e transporte irregular de combustível representam grave risco à segurança pública, em razão do alto potencial inflamável do material, além de prejuízos à economia formal.

Questionados sobre a propriedade ou responsabilidade pelo combustível, nenhum dos presentes se manifestou. Diante dos fatos, todo o material foi apreendido e posteriormente entregue à Receita Federal do Brasil em Guajará-Mirim, que ficará responsável pela adoção das medidas administrativas e legais cabíveis.

Fonte: O MAMORÉ








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