PM atende caso de violência doméstica; homem é preso após agredir mulher com socos, enforcamento e choques elétricos
| Imagem ilustrativa |
Uma ocorrência de violência doméstica foi registrada pela Polícia Militar na madrugada desta sexta-feira, 9, no bairro Próspero, em Guajará-Mirim - RO. O caso se enquadra na Lei Maria da Penha e resultou na prisão do suspeito, de 42 anos.
De acordo com informações da PM, por volta das 5h, a guarnição foi acionada após denúncia de agressões no interior de uma residência. Ao chegar ao local, os policiais encontraram a vítima, uma mulher que apresentava lesões aparentes pelo corpo e estava emocionalmente abalada.
Segundo relato da vítima, ela estava desde o meio-dia de quinta-feira, 8, na companhia do amásio, ingerindo bebida alcoólica. Sem motivo aparente, o homem passou a agredi-la com socos, puxões de cabelo e enforcamentos. A vítima relatou ainda que o suspeito utilizou uma extensão elétrica com fios desencapados para aplicar choques em seu corpo, aumentando a gravidade das agressões.
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Durante o ataque, o autor também tomou o aparelho celular da mulher e o arremessou ao solo, causando danos. Além das agressões físicas, a vítima afirmou ter sido humilhada verbalmente e xingada.
Resistência à ação policial
Ciente da denúncia, a PM se deslocou até o endereço e tentou dialogar com o suspeito, que se recusou a sair do imóvel e afirmou que “não iria ser preso”. Diante da negativa, os policiais precisaram entrar na residência para realizar a abordagem.
Ele resistiu fisicamente, sendo necessário o uso de técnicas de contenção e algemação para garantir segurança da equipe e da vítima. Após imobilizado, o homem alegou que apenas discutiu com a companheira e negou as agressões, afirmando que “a situação não era bem assim”. Afirmando que ela primeiramente destruiu seu aparelho celular e não houve agressão.
A extensão elétrica utilizada para aplicar os choques, bem como o celular danificado da vítima, foram apreendidos como elementos de prova. O celular que o suspeito afirmou ter sido quebrado anteriormente não foi localizado.
Após a intervenção policial, vítima, suspeito e objetos relacionados ao caso foram conduzidos até a Delegacia Regional de Polícia Civil de Guajará-Mirim para os procedimentos cabíveis.
A autoridade policial deverá dar continuidade à investigação, que envolve os crimes previstos na Lei Maria da Penha, ameaça e lesão corporal.
Resistência à ação policial
Ciente da denúncia, a PM se deslocou até o endereço e tentou dialogar com o suspeito, que se recusou a sair do imóvel e afirmou que “não iria ser preso”. Diante da negativa, os policiais precisaram entrar na residência para realizar a abordagem.
Ele resistiu fisicamente, sendo necessário o uso de técnicas de contenção e algemação para garantir segurança da equipe e da vítima. Após imobilizado, o homem alegou que apenas discutiu com a companheira e negou as agressões, afirmando que “a situação não era bem assim”. Afirmando que ela primeiramente destruiu seu aparelho celular e não houve agressão.
A extensão elétrica utilizada para aplicar os choques, bem como o celular danificado da vítima, foram apreendidos como elementos de prova. O celular que o suspeito afirmou ter sido quebrado anteriormente não foi localizado.
Após a intervenção policial, vítima, suspeito e objetos relacionados ao caso foram conduzidos até a Delegacia Regional de Polícia Civil de Guajará-Mirim para os procedimentos cabíveis.
A autoridade policial deverá dar continuidade à investigação, que envolve os crimes previstos na Lei Maria da Penha, ameaça e lesão corporal.
Fonte: O MAMORÉ

