Mulher denuncia ex-marido após ele deixar o presídio e ir até sua residência em Guajará-Mirim
Uma mulher residente no bairro Nossa Senhora de Fátima, em Guajará-Mirim - RO, acionou a Polícia Militar na noite de quinta-feira, 12, após o ex-marido, de 33 anos, comparecer à frente de sua residência, causando perturbação e temor.
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Segundo relato da vítima, o homem esteve preso anteriormente por prática de violência doméstica contra ela e havia sido colocado em liberdade no dia anterior ao fato. Naquela noite, ele teria ido até o imóvel em visível estado de embriaguez, permanecendo do lado externo e chamando-a insistentemente pelo nome.
Em razão do histórico de agressividade e do receio de nova investida violenta, a mulher permaneceu trancada no interior da residência até a chegada de uma Rádio Patrulha da Polícia Militar, temendo por sua integridade física e psicológica.
Quando a guarnição chegou ao local, o suspeito já havia se evadido. Foram realizadas diligências e patrulhamento nas imediações, porém ele não foi localizado.
Considerando o histórico de violência doméstica e o comportamento intimidatório relatado, a ocorrência foi devidamente registrada. A vítima foi orientada quanto aos direitos assegurados pela Lei Maria da Penha, especialmente sobre a possibilidade de formalizar representação criminal e solicitar medidas protetivas de urgência junto à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher.
O registro foi encaminhado à Delegacia Regional de Polícia Civil - DRPC, que adotará as providências cabíveis na esfera investigativa e judicial.
Fonte: O MAMORÉ
Em razão do histórico de agressividade e do receio de nova investida violenta, a mulher permaneceu trancada no interior da residência até a chegada de uma Rádio Patrulha da Polícia Militar, temendo por sua integridade física e psicológica.
Quando a guarnição chegou ao local, o suspeito já havia se evadido. Foram realizadas diligências e patrulhamento nas imediações, porém ele não foi localizado.
Considerando o histórico de violência doméstica e o comportamento intimidatório relatado, a ocorrência foi devidamente registrada. A vítima foi orientada quanto aos direitos assegurados pela Lei Maria da Penha, especialmente sobre a possibilidade de formalizar representação criminal e solicitar medidas protetivas de urgência junto à Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher.
O registro foi encaminhado à Delegacia Regional de Polícia Civil - DRPC, que adotará as providências cabíveis na esfera investigativa e judicial.
Fonte: O MAMORÉ


