Coluna Almanaque – LEMBRANÇAS DO AMANHÃ
2015 não foi um ano de muitas alegrias no âmbito da política. Difícil decifrar a política atuante naquilo em que esta política deveria existir como forma concreta: o bolso, o estômago e o bem estar da sociedade.
O inferno zodiacal que assolou o dia-a-dia do ano que vai findando, culminou na apatia cívica que vem tomando de conta das pessoas honestas que a cada dia mais desconfiam da politica e dos políticos. Estas pessoas que, reconhecem, não possuem pendengas judiciais com os vizinhos ou com o Estado, um dia já foram mais amistosas. Hoje o sistema politico vigente transformou-as em vítimas, o que é um perigo para o Status-quo que hoje oprime a todos.
Mas parece que o sistema ainda não percebeu que está lidando com uma sociedade cada vez mais difícil de controlar. Quando o serviço público deixa de ser bem público para se transformar em objeto de transação, adquire valor de mercado passando a acumular lucros e riquezas pessoais ou ainda em nome de terceiros que se aproveitam da máquina do governo. Sem maiores ilusões, pela falta de respeito dos políticos e do povaréu que elege estes pilantras, a parte pensante da sociedade não quer mais tapar o sol com a peneira.
O estado arrecada bilhões de reais. Os orçamentos se multiplicam todos os anos. É um grande negócio ser político. Por este motivo é que os acordos entre partidos são realizados na base de conchavos viciados e nunca de ideias e propostas. O Brasil está a caminho de um golpe de estado. O cidadão comum encontra-se com o emprego a perigo. As pessoas estão passando por tamanha crise de autoestima que no atual estado de ânimo, já estão achando que a goleada de 7×1 sofrida pela seleção ante a Alemanha no último mundial de futebol, apesar do placar amargo, a partida foi um “jogaço”. Há uma crise social e também uma crise de valores éticos e morais que se conflitam com a situação de caos ora vivida. Falar mal do governo e do Brasil tornaram-se lugar-comum nas reuniões sociais.
Em meio a orquestra de absurdos e entregue ao vendaval de denúncias que apontam os culpados pelos desmandos, já não são aceitos como atos ilícitos, imorais ou indignos todo e qualquer tipo de protesto, chegando-se ao ponto do Congresso acatar o pedido de Impeachement imposto pelo populacho, e até o exagero de alguns exigirem o retorno das forças armadas para colocar os “pingos nos iis”.
O Brasil está sem moeda. A economia está passando pela sua maior crise de todos os tempos. O governo está em colapso. A presidente não governa. Apenas se sustenta no cargo através de verborreias em que troveja medidas montadas nas oficinas palaciais. No balanço da gangorra impera a ausência de novidades substanciais que resgatem a autoestima da sociedade e se reflitam em impactos positivos.
O governo petista revelou-se um desastre. Não conseguiu derrubar a inflação, controlar a moeda nem melhorar a qualidade de vida dos cidadãos. Um governo de desvios, roubalheiras, impostos abusivos, falcatruas, mentiras, armações, patifarias, toma-la-da-cá, propinas, sem-vergonhices, desmandos e inoperâncias. Eis o retrato falado do desgoverno PT.
Apoio: CHURRASCARIA E HOTEL QUINZÃO
LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS – LADEN
Farmacéutico Bioquímico – Denilson Marques de Azevedo
Tel. 3541-7843.
O inferno zodiacal que assolou o dia-a-dia do ano que vai findando, culminou na apatia cívica que vem tomando de conta das pessoas honestas que a cada dia mais desconfiam da politica e dos políticos. Estas pessoas que, reconhecem, não possuem pendengas judiciais com os vizinhos ou com o Estado, um dia já foram mais amistosas. Hoje o sistema politico vigente transformou-as em vítimas, o que é um perigo para o Status-quo que hoje oprime a todos.
Mas parece que o sistema ainda não percebeu que está lidando com uma sociedade cada vez mais difícil de controlar. Quando o serviço público deixa de ser bem público para se transformar em objeto de transação, adquire valor de mercado passando a acumular lucros e riquezas pessoais ou ainda em nome de terceiros que se aproveitam da máquina do governo. Sem maiores ilusões, pela falta de respeito dos políticos e do povaréu que elege estes pilantras, a parte pensante da sociedade não quer mais tapar o sol com a peneira.
O estado arrecada bilhões de reais. Os orçamentos se multiplicam todos os anos. É um grande negócio ser político. Por este motivo é que os acordos entre partidos são realizados na base de conchavos viciados e nunca de ideias e propostas. O Brasil está a caminho de um golpe de estado. O cidadão comum encontra-se com o emprego a perigo. As pessoas estão passando por tamanha crise de autoestima que no atual estado de ânimo, já estão achando que a goleada de 7×1 sofrida pela seleção ante a Alemanha no último mundial de futebol, apesar do placar amargo, a partida foi um “jogaço”. Há uma crise social e também uma crise de valores éticos e morais que se conflitam com a situação de caos ora vivida. Falar mal do governo e do Brasil tornaram-se lugar-comum nas reuniões sociais.
Em meio a orquestra de absurdos e entregue ao vendaval de denúncias que apontam os culpados pelos desmandos, já não são aceitos como atos ilícitos, imorais ou indignos todo e qualquer tipo de protesto, chegando-se ao ponto do Congresso acatar o pedido de Impeachement imposto pelo populacho, e até o exagero de alguns exigirem o retorno das forças armadas para colocar os “pingos nos iis”.
O Brasil está sem moeda. A economia está passando pela sua maior crise de todos os tempos. O governo está em colapso. A presidente não governa. Apenas se sustenta no cargo através de verborreias em que troveja medidas montadas nas oficinas palaciais. No balanço da gangorra impera a ausência de novidades substanciais que resgatem a autoestima da sociedade e se reflitam em impactos positivos.
O governo petista revelou-se um desastre. Não conseguiu derrubar a inflação, controlar a moeda nem melhorar a qualidade de vida dos cidadãos. Um governo de desvios, roubalheiras, impostos abusivos, falcatruas, mentiras, armações, patifarias, toma-la-da-cá, propinas, sem-vergonhices, desmandos e inoperâncias. Eis o retrato falado do desgoverno PT.
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