Coluna Almanaque: A CRÍTICA SOB CENSURA DA IGNORÂNCIA

Por Fábio Marques


 Por Fábio Marques

Há mais de 20 anos atuando na imprensa de Guajará-Mirim e com mais de mil e quinhentos escritos entre crônicas e matérias contando fatos, expondo opiniões e fazendo o registro da história da cidade, acho que possuo um mínimo de bagagem para me nominar jornalista. Detalhe: em Outubro de 2008, conforme decisão do Supremo Tribunal Federal, recebi patente com um carimbo que figura em minha carteira de trabalho. Com registro na DRT de número 1046, lá está marcado: Fábio Marques, jornalista.
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Neste espaço de tempo alguns artigos e matérias assinadas por este escriba tiveram destaques nos extintos jornais impressos O Mamoré e A Fronteira, de Guajará-Mirim e também no Diário da Amazônia, O Estadão do Norte, Alto Madeira e Folha de Rondônia, de Porto Velho. Hoje minhas crônicas e artigos se publicam no site de notícias O Mamoré e na minha página do Facebook. Escrever textos de opinião às vezes acaba causando problemas. Os escritos agradam a uns e desgostam a outros. Não me importo. Afinal, se estou levando minha opinião para o público, é mais que natural que este público coloque suas posições a favor ou ao contrário minhas opiniões.
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Ocorre que alguns distintos fidalgos que parecem se masturbar com a própria ignorância, em vez de rebater os artigos com ideias, preferem insultar de forma pessoal. Num bom debate quem se ataca são as ideias. As pessoas não devem se agredir. Quando percebo alguma coisa com a qual não concordo em outras páginas da rede digital, procuro não discutir. E muito menos agredir. Respeito a posição tomada e retorno para meu status. Ter opinião é um direito de qualquer cidadão. E viva a democracia!
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Há que se entender: a maioria das pessoas possuem opiniões diversas a respeito de vários assuntos. E a discussão destes assuntos envolve um enorme somatório de dogmas e conceitos. Então já que não é possível renunciar às nossas próprias opiniões ou esperar que aqueles que são contrários abandonem suas ideias para abraçar as nossas convicções, o mais lógico seria aceitar os fatos, plausíveis ou não plausíveis, e continuar mantendo os ofícios comuns na cadeia de posições adversas, do que ter que desfazer as relações do dia-a-dia por causa de opiniões que se discrepam.
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Mudança de pauta: meu grande amigo, Capitão Francisco Faustino esteve semana passada de visita à Guajará-Mirim. É a terceira vez que retorna à cidade depois que se transferiu para o Rio de janeiro, o que demonstra seu apego, simpatia e amor por este espaço da geografia de Rondônia onde acabou deixando um extenso legado de amigos. Gente fina pacas, Faustino revelou para a coluna que pretende retornar outra vez no início de Abril.
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Gostaria de agradecer na Coluna de hoje os parabéns com que a senhora Míriam Magosso me prestigiou pelo artigo A Maldição do Século, da semana passada. Quase fui às lágrimas quando me abordou na manhã de domingo no Mercado Municipal. São pessoas assim que acabam fazendo com que a gente continue na batalha.

*O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Mamoré não tem responsabilidade legal pela "opinião", que é exclusiva do autor.

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