COVID-19: Laudo atesta que vacinas podem ser usadas na vacinação em Guajará-Mirim

Segundo a Ocorrência houve uma tentativa de furto de energia e interrompeu a refrigeração de mais de 4 mil doses, o que poderia ter comprometido.

 Um laudo feito pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), atesta que as vacinas, contra a covid-19, que estavam no Núcleo de Vigilância Sanitária Epidemiológica e Ambiental – NUVEPA, localizado na cidade de Guajará-Mirim, estão em condições de serem usadas. 

Os imunizantes, mais de 4.000 doses, das marcas AstraZeneca e Coronavac, seriam usadas na vacinação dos moradores da cidade e de grupos indígenas da região. Porém, no último dia 16 de maio, o freezer do imunizante teve uma queda brusca de temperatura, por longas horas.  

O motivo, segundo o Boletim de Ocorrência, teria sido uma tentativa de furto de os elétricos no local, que desligou o disjuntor de energia elétrica para os freezers. As informações são que após esse incidente, Prefeitura de Guajará-Mirim, separou algumas doses para a Fiocruz para que fossem analisadas em relação ao estado de conservação e em condições de serem aplicadas na população.

Enquanto isso, a vacinação contra a covid-19 foi suspensa em Guajará-Mirim, até que fossem feitas as análises dos imunizantes. 

O laudo sobre as vacinas

O resultado do exame saiu e atestou que a qualidade das vacinas não foi afetada e que estão em condições de uso. Como elas caram guardadas em condições favoráveis até sair o laudo, a partir de agora, elas já podem ser usadas. No momento, só está se esperado o posicionamento da Agevisa, quanto aos grupos a serem vacinados, locais de imunização para se reiniciar a vacinação. 

O jornal e site O Mamoré obteve informações que de acordo com a Agevisa - Agência Estadual de Vigilância em Saúde, estavam armazenadas 5.080 doses contra Covid, foram liberadas 2.140 doses e 2.940 aguardavam o resultado das analises, sendo divulgado o laudo. A Polícia Civil ainda investiga o caso. 

A Agevisa suspendeu a vacinação e exigiu da Prefeitura e Secretaria Municipal de Saúde que no prazo de 10 dias a rede frios seja transferida do local, pois é insalubre, além de que oferece condições para o funcionamento da rede com equipe técnica de no mínimo três profissionais.

A coordenadora de imunização, enfermeira Áfria Patrícia Chianca da Silva, em comunicado esclarece a suspensão temporariamente da vacinação e que para a população que aguarde a resposta dos órgãos competentes para a liberação do ciclo de vacinação no município de Guajará-Mirim.

Fonte: Rondoniaovivo e O Mamoré


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