Índios de RO vibram com o adiamento do julgamento, no STF, do 'Marco Temporal'

O anúncio foi feito pelo presidente do STF, Luiz Fux, nesta quarta-feira (30) após mobilização nacional pró-índio.

Os indígenas estiveram reunidos em Guajará-Mirim, na Praça Mário Correia
A pressão feita pelos indígenas nos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o julgamento do processo do Marco Temporal, ao que parece, surtiu efeito. A corte maior anunciou que ficou para agosto a continuação do que é considerado o ‘julgamento do século’. O anúncio foi feito pelo presidente do STF, Luiz Fux, nesta quarta-feira (30) após mobilização nacional pró-índio.

Durante o dia, indígenas de várias etnias do país protestaram e pediram que a corte julgasse pela continuação da demarcação de terra em vez da tese do marco temporal. Em 2019, o STF deu status de repercussão geral ao processo. Ou seja, a decisão que for tomada pelos ministros será aplicada em todas as disputas semelhantes envolvendo demarcações. 

Índios de Rondônia principalmente em Porto Velho e Guajará-Mirim, se juntaram ao movimento nacional. Na capital, o protesto reuniu pouco mais de 20 pessoas. No interior, não houve grandes aglomerações.


Para as lideranças a decisão a ser tomada pelo STF é uma “oportunidade única de combater o processo violento de colonização, que continua em curso, atualizando a nossa civilização como plural e democrática e de reafirmar o nosso papel fundamental de legítimos protetores da nossa biodiversidade e da vida”. “Continuaremos atentas a essa pauta tão importante dos povos indígenas no país”, diz uma das lideranças indígenas da etnia Puruborá.

Fonte: Wanglézio Braga

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