Coluna Simpi – Parceria entre SIMPI e o Ministério da Mulher pretende certificar cerca de 24 mil mulheres em todo o país

 


Parceria entre SIMPI e o Ministério da Mulher pretende certificar cerca de 24 mil mulheres em todo o país 

O Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, por intermédio da Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres (SNPM), e os Sindicatos das Micro e Pequenas Indústrias (SIMPI), lançaram no dia 17 de novembro o projeto “Qualifica Mulher”, projeto que disponibilizará cursos on-line de empreendedorismo para mulheres empreendedoras com o objetivo de orientar sobre noções de empreendedorismo, gestão empresarial, finanças e marketing. O  evento de assinatura do acordo de cooperação contou com a presença da Ministra Damares Alves e de todos os Simpi’s estaduais, onde foi destacada a  parceria que atenderá por ano cerca de 24 mil mulheres em todo o Brasil e tem como proposta oferecer condições de trabalho digno e oportunidades de projeção econômica e social, além de bem-estar, com a abertura e manutenção do seu próprio negócio. Além disso, terão a facilidade de fazer as inscrições para o curso feitas pelo site. 

Participante do evento, o presidente do Simpi Rondônia Leonardo Sobral deu destaque a missão da Ministra e ao grande e corajoso trabalho realizado pelo Ministério, de onde foi informado pela Ministra que viria a Rondônia ainda este ano e visitaria o Simpi/RO.  

- Formato do curso 

O curso será ministrado na modalidade on-line e é composto por 11 vídeo-aulas, divididas em cinco módulos, com aulas teóricas, atividades práticas e dicas. São aulas de curta duração, com média de sete minutos cada, e exercícios de fixação em ferramenta on-line. Ao final do curso, a participante responde um formulário de auto avaliação e recebe um certificado de frequência, desde que atenda os prazos e a carga horaria. 

 

Microempresas fazem pedido a Sefin esclarecendo que desenquadra-los do Simples  afetara toda a economia 

A Federação das Micro e Pequenas Empresas de Rondônia, (Feempi) , encaminhou um ofício para a Secretaria de Finanças do Estado, pedindo que não seja procedido o desenquadramento dos Microempreendedores Individuais –(MEI)  em virtude da existência de débitos tributários. De acordo com o presidente da Federação, Leonardo Sobral “o MEI perde a condição de ser MEI e passa a ser microempresa fora do Simples. Ou seja, perde todos benefícios que a lei permite e os custos administrativos  fora do MEI são extremamente elevados, fora a conhecida  burocracia. Por exemplo, vai ser obrigado a contratar um contador, entregar relatórios mensais a Receita Estadual e Federal e fazer balancetes mensais e balanço anual”, diz.  Várias causas podem ocasionar o desenquadramento do MEI. Uma delas é o faturamento  maior  do que o permitido,  que hoje e de 81 mil anual e que a Receita tem controle do que ele compra no CNPJ e o que  vende no cartão.                                           

Leonardo completa dizendo que “se a Sefin atender nosso pedido, os empreendedores  ganharão um prazo valioso para procurar o Simpi para orientação ou os órgãos públicos para se acertarem”, completa. 

 

Projeto prevê anistia para micro e pequenas empresas 

A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados aprovou no início de novembro o parecer ao Projeto Lei Complementar 238/2020, que autoriza o governo federal a anistiar dívidas tributárias federais de micro e pequenas empresas e microempreendedores individuais até o limite de R$ 5 mil acumuladas até 31 de dezembro de 2020. O projeto de lei ainda passará pela Comissão de Finanças e Tributação e, posteriormente, pela Comissão de Constituição e Justiça. Na avaliação do advogado Marcos Tavares Leite, a medida traria novo fôlego para as empresas. No entanto, segundo ele, o texto da proposta ainda deixa dúvida se a anistia é temporária ou definitiva. “Precisa ser adequado e corrigido”. 

Assista https://youtu.be/PitN21zQRqM  

 

Potencializar canais de venda é segredo para o sucesso 

Prestes a abrir capital na Bolsa de Valores, a fintech Nubank vem aumentando os debates acerca do valor de mercado de empresas novas em relação às empresas tradicionais. De acordo com Marcos Travassos, CEO da Money & Money Invest, o diferencial do Nubank é demonstrar aos investidores que seu custo operacional é muito mais baixo em relação aos outros bancos, mas com uma cartela de clientes suficiente para ter uma receita grande. “Observando este exemplo, o fundamental para incrementar o valor de mercado de uma empresa é a quantidade de clientes que ela atrai para o seu negócio, independentemente do segmento dessa empresa. É preciso potencializar todos os canais de venda para ter um número grande clientes. Usar a criatividade para explorar todos as opções disponíveis de comunicação com esse cliente em potencial”, afirma. 

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Começou: Receita Federal coloca todos os MEI’s devedores na Dívida Ativa da União  

Microempreendedores individuais (MEI) tomaram um grande susto nesta quinta-feira (18)  ao tentar retirar seus boletos  de pagamento do DAS mensal. Isso porque foi colocado notificação  da própria Receita para que  regularizasse  a situação da empresa junto ao fisco. que todos os devedores estão Incluídos na dívida Ativa da União e que deveriam comparecer a receita. Técnicos do Simpi dão como sugestão que as empresas  em débito procurem a Receita Federal antes que das  próximas sanções e punições que virão como o cancelamento do CNPJ, fim dos benefícios previdenciários, negativação do nome e cobranças a nível estadual e municipal. Estima-se que cerca de 5 milhões de meis e 42 mil de Rondônia, estejam nessa situação. Na dúvida, procure o Simpi. 


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