GUAJARÁ-MIRIM Rondônia

Coluna Almanaque: O GROSOPE DAS ELEIÇÕES E DA POLÍTICA EM GERAL


Por Fábio Marques 

Embora pelos códigos dos tribunais que conduzem os pleitos eletivos, ainda esteja proibido nominar patentes de candidatos de todas as falanges, a corrida politica de 2022 parece já estar no ar. Forças políticas de tendências contrárias já começam a se atritar para conquistar o poder. Na via contrária, conchavos também ocorrem na calada da noite entre notórios e notáveis para se definir um provável nome que poderá dar as cartas no futuro político do Estado. Nestes acordos, em geral a filosofia do toma-la-da-cá extrapola qualquer ideologia. O equívoco como forma de esconder o que de fato se objetiva. Os negócios de ocasião acima dos estatutos políticos. A subversão total e explícita da tábua dos valores morais.

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O que se espera é que do entremeio destas conversas e encontros cavernais, ao menos se consiga extrair um candidato que além das melhores propostas, não esteja incurso em algum artigo do Código Penal.
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Da cegueira fanática daqueles que se recusam a enxergar as coisas: A Imprensa coloca no ar as vísceras expostas do desgoverno Messias Bolsonaro todos os dias com um único objetivo: que os cidadãos estejam a par das notícias como de fato ocorrem. Os últimos exemplos foram a denúncia da prática de extorsão a prefeitos pelo Ministro da Educação para liberar recursos para pastores de igrejas que achacam seus adeptos cobrando dízimos sobre salários de fome. Tudo com a aprovação do mandante em chefe desta Terra-Brasilis. Em seguida, num festival de música, ocorreu um ato de censura extrema ao direito expresso de se indignar contrário frente aos descalabros e aos horrores pelo qual estamos passando no trajeto do status quo vigente.
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O problema é que ao invés de se indignar com estas denúncias, tanto cavalos-de-batalha como xerimbabos deste antigoverno, se indignam (pasmem, meus amigos!) contra quem divulgou a denúncia: a má afamada Imprensa. É uma inversão de valores.
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Bastante conhecido pelos seus destemperos verbais e discursos vazios, o mandante em chefe do Brasil de vez em quando se utiliza de seus rompantes de porra-louquice para atacar de forma torpe e rasteira a Imprensa que retrata o que de fato ocorre nos podres poderes. Esta Imprensa não deveria se indignar com esta “atacação”. Ao contrário, deveria até apreciar com honra e galanteio, porque oriundo de onde está sendo oriundo, significa a mesma coisa que pegar um processo do Hamas ou da Al-Khaeda. A revolta do presidente é uma explosão de heresia nascida nos quintais da obsessão, do recalque e da falta de instrução.
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Jornalista do povo e não das elites, nunca vi uma pessoa de bem reclamar da Imprensa. O presidente Messias Bolsonaro desafia hoje um poder que nada mais é do que a voz dos cidadãos que se situam acima dos conflitos de interesse. E neste confronto está de parabéns a Rede Globo, a Editora Abril, a Folha de São Paulo e o Estadão de São Paulo. Quem faz jornalismo sério e voltado para a verdade não se intimida com ameaças covardes.
*O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Mamoré não tem responsabilidade legal pela "opinião", que é exclusiva do autor.







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